OPINIÃO

EAR ALAN:
Excelente texto. Há tempos q coerência e soronidade ( de som ou música) deixou de ser o principal na cena GLBTQIA+.
Como vc disse, quer mostrar o corpo, ok, mas mostre trabalho. E há sempre corpos interessantes na pista.

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GABRIEL MARTINS:
Aplaudi de pé!
Já faz um bom tempo que venho observando isso na cena. Isso acontece de ambos os lados, tanto das casas quanto dos DJS. Muitas casas andam deixando de levar em consideração o talento, que é o essencial, para ter como “vitrine” um rosto/corpo bonito e uma rede social cheia de seguidores para assim divulgar ainda mais a casa/festa.
É uma estratégia de marketing bastante esperta e incorreta, uma vez que não só de imagem vive um artista, o talento também é de vital importância.

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TIAGO GUIMARÃES:
Eu sou DJ e gordo, não há o mesmo espaço para uma pessoa como eu se comparado as pessoas que além da música servem fetiche e um objeto de desejo, admiração, etc. A cena hétero é um ambiente bem mais gostoso para eu tocar, visto que seu físico não é um objeto de atração para as pessoas mas sim o som que você pode proporcionar, a cena gay é um ambiente heterogêneo com domínio de um único perfil em relação aos demais, tanto que o segmento que acabei tocando boa parte da minha vida é para ursos, nas grandes festas e ambientes gays do Brasil são pouquíssimos aqueles que rompem a barreira da estética, vejo até mesmo gente mega talentosa conseguindo seu espaço após a adequação ao perfil estético estabelecido, no universo hétero não vejo essa ditadura tão forte. Existe toda uma militância gay que se faz necessária, mas o próprio universo gay é mega preconceituoso.

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AMANDA DI POLLY:
👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼 DJ tem que botar a pista pra fever! Sem camisa e pelado quero ver o Gogo boy. #nhac

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