Do Tribal House ao pôr do sol aplaudido, de gigs épicas a casamentos bilíngues, @caiopelati está no centro do calor europeu — literalmente e musicalmente.
O verão europeu chegou com força total e olha, viver essa estação não é só um alívio depois de meses esperando, é um verdadeiro privilégio. As festas explodem por toda parte, as festas em das Prides tomam as ruas com cores e beats, e as praias viram passarelas de vibração e liberdade. Os beach clubs estao sempre lotados. As pista fervendo. E eu no meio disso tudo, pilotando a trilha sonora de muitos momentos inesquecíveis.
Neste último mês, posso dizer sem modéstia que vivi um daqueles ciclos em que tudo se alinha. Todos os finais de semana recheados de gigs, três cidades, dois estados, uma energia só. Uma das maiores dádivas de trabalhar como DJ é justamente essa: viajar, descobrir novos lugares, sentir novas culturas e, claro, conectar tudo isso pela música. Cada set tem sua alma, e quando ela se alinha com a vibe da pista, a mágica acontece.
E olha só, uma das experiências mais marcantes deste ultimo mes foi tocar todos os fins de semana em um beach club com pôr do sol digno de aplausos. Sério, não teve uma apresentação sem aquele espetáculo dourado no final do set. Isso é um bônus da profissão que entra direto na memória afetiva.
E como cereja do bolo, neste mes, tive a honra de dividir a cabine com o talentoso DJ Andrei Stan, que também faz parte do line-up do icônico Tomorrowland, na Bélgica. A troca foi riquíssima: técnica, visão e, acima de tudo, respeito mútuo. Momentos como esse me lembram o quanto a cena é feita de encontros que vão além da pista.
Claro que, quanto mais gigs, mais se vive os bastidores reais da estrada, e aqui entra o lado divertido e as vezes complicado da coisa. Como ser interrompido no meio do set por alguém super empolgado por me reconhecer como brasileiro, naquela apresentaçao havia colocado uma bandeira do Brasil proximo a controladora. A pessoa simplesmente não parava de falar enquanto eu mixava, precisei entrar em modo diplomático DJ para retomar o set, no final da minha apresentaçao chamei ela e conversamos com mais tranquilidade e para minha surpresa tive a felicidade de ve-la na pista por outros dois finais de semana seguidos.
Além de tudo, teve também chuva no início de uma apresentação, daquelas passageiras, que testam nossa fé, mas no fim tudo se ajeita. Eu nao pdoeria deixar de mencionar o cansaço físico: teve fim de semana que toquei em dois estados diferentes com menos de 12 horas entre uma gig e outra.
Falando em desafio, neste mês rolou algo inédito: fui convidado para tocar em um casamento, e não qualquer casamento. Brasileiros e holandeses dividindo a pista, e eu encarregado da missão de traduzir essa mistura no som. Fiz um verdadeiro mergulho musical nas culturas dos dois países. Resultado? A festa passou do horário contratado e com gosto. Missão dada, missão cumprida, e um novo capítulo na minha trajetória.
E é isso, agora estamos só no meio da temporada, e a agenda continua quente. Muita festa icônica pela frente, viagens programadas e histórias que já estão se desenhando no horizonte. E, claro, vou seguir compartilhando tudo com vocês — direto das cabines, das pistas e de onde a musica e oTribal House me levar.
Nos vemos.
Compartilhe isso:
- Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
- Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
- Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
- Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
- Clique para enviar um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail



