DJ Kaique une identidade, inovação e brasilidade para transformar pistas em experiências
Aos 27 anos, o DJ e produtor carioca Kaique vem se consolidando como um dos nomes em ascensão da música eletrônica brasileira. Com passagens por grandes palcos dentro e fora do país — incluindo apresentações em Paris e eventos ligados ao PSG —, ele constrói uma trajetória marcada pela mistura entre o funk carioca, o pop e o eletrônico, criando uma sonoridade única e atual.
“Desde criança cresci rodeado de música. Era muito curioso, queria entender tudo. Aprendi com meu pai, com meu tio DJ Marlboro, com a galera da Furacão 2000. Isso formou minha base como DJ, me ensinou a respeitar o som e o público”, conta Kaique.
Mais do que um DJ, ele se vê como um criador de experiências. Seu som une a batida crua do funk com timbres e atmosferas do eletrônico, criando conexões que atravessam fronteiras e gerações.
“É como montar um quebra-cabeça. Pego elementos do pop, da música eletrônica, mas sempre com a base do funk. A ideia é criar algo atual, que represente o que eu escuto, vivo e acredito.”
Para Kaique, a pista de dança é um espaço de escuta, conexão e memória coletiva.
“Sempre presto atenção no público, no que está consumindo, e moldo meu set em tempo real, mas sem perder a essência. O objetivo é fazer da pista um lugar único, onde todo mundo se sinta parte e cada show precisa deixar uma marca.”
Foi essa atenção à pista que o levou a conquistar o público internacional. Em sua passagem por Paris, Kaique levou o funk para um novo patamar.
“Tocar em Paris e ver pessoas que nunca tinham escutado o ritmo reagirem com tanta entrega foi surreal. Mesmo sem entender a letra, o público sente a batida, a energia. Isso mostra que o funk ultrapassa barreiras. O DJ é essa ponte entre culturas, não levamos só música, compartilhamos a alma brasileira.”
Em 2023, ele lançou sua primeira faixa autoral, “Vem Vem”, ao lado de MC Niel e David Kneip. Desde então, segue ampliando sua discografia e presença nas plataformas digitais, sem abrir mão da essência ao vivo de seus sets, que sempre priorizam a conexão com o público.
“Mais do que fama ou número, quero deixar uma marca como DJ. Levar o funk para outros patamares, com respeito às origens, e mostrar o quanto a música brasileira tem força e verdade.”
Entre suas influências estão grandes nomes da música nacional como Dennis DJ, Pedro Sampaio e seu tio, DJ Marlboro. Para Kaique, esses artistas ajudaram a moldar sua visão sobre sonoridade, performance e profissionalismo.
“O Brasil tem tudo: criatividade, ritmo, identidade. Mas falta mais apoio desde a base. Ainda assim, estamos abrindo portas gigantes. O mundo está ouvindo.”
Com olhar voltado para o futuro, DJ Kaique sonha com grandes festivais, colaborações internacionais e uma turnê mundial. Mas, acima de tudo, quer seguir ampliando o alcance do funk com consistência, autenticidade e muita verdade.
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