3 de outubro de 2021

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Você sabe do que se trata Linguagem Neutra? Já ouviu falar?
Confira a estreia da série "LINGUAGEM NEUTRA" do Colunista @saveda em nosso site.

https://colorsdj.com/coluna-vamos-conversar-sobre-linguagem-neutra-parte-i/

Veja na íntegra em nosso site:
Vamos conversar sobre linguagem neutra? (Parte I)

➡ seção Vozes ➡ categoria Coluna

Coluna: Thiago Saveda
Foto: Divulgação

#colorsdj #colorsdjmagazine #AMúsicaÉColorida #saveda #vozes #coluna #thiagosaveda #linguagemneutra

O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

Gays

Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

+

Por fim, acrescenta-se o símbolo de + (mais) para englobar todas os outros possíveis situações de gênero e sexualidade que possam surgir, para muitos essa multiplicidade de subgrupos pode parecer confuso, mas estamos vivendo exatamente um momento de descobertas e aberturas para novas possibilidades de nos compreender e se relacionar com o outro. Se numa utopia essas questões forem superadas, fazendo desnecessárias essas classificações, no momento de agora é importante para que cada pessoa LGBTQIAP+ entenda que não está sozinha, e não há nada de errado em ser quem ela é.

Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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A música que não pode faltar no aniversário do Rodrigo Izaú é:

Teenage Dream
Katy Perry

Fique ligado, mais artistas passaram pela Colors DJ dizendo: “Qual música não pode faltar no seu aniversário”.

Participe, comente. Comparti-lhe com seus amigos.

#colorsdj #colorsdjmagazine #AMúsicaÉColorida #música #rodrigoizau #music #AniversárioColorsDJ #aniversário #teenagedream

O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

Gays

Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

+

Por fim, acrescenta-se o símbolo de + (mais) para englobar todas os outros possíveis situações de gênero e sexualidade que possam surgir, para muitos essa multiplicidade de subgrupos pode parecer confuso, mas estamos vivendo exatamente um momento de descobertas e aberturas para novas possibilidades de nos compreender e se relacionar com o outro. Se numa utopia essas questões forem superadas, fazendo desnecessárias essas classificações, no momento de agora é importante para que cada pessoa LGBTQIAP+ entenda que não está sozinha, e não há nada de errado em ser quem ela é.

Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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Como anda sua saúde? Como você trata seu corpo?
Quer saber mais sobre estas questões? Entre no nosso site e acompanhe a Coluna "MENTE BLINDADA" de @santanatreinador.

COLUNA | MENTE BLINDADA: Expectativa vs Realidade

Veja na íntegra em nosso site:
https://colorsdj.com/coluna-mente-blindada-expectativa-vs-realidade/

➡ seção Profissão ➡ categoria Coluna

Foto: Bruno Prado.

#colorsdj #colorsdjmagazine #AMúsicaÉColorida #profissão #saúde #marcelosantana #personaltrainer #coluna #menteblindada

O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

Gays

Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

+

Por fim, acrescenta-se o símbolo de + (mais) para englobar todas os outros possíveis situações de gênero e sexualidade que possam surgir, para muitos essa multiplicidade de subgrupos pode parecer confuso, mas estamos vivendo exatamente um momento de descobertas e aberturas para novas possibilidades de nos compreender e se relacionar com o outro. Se numa utopia essas questões forem superadas, fazendo desnecessárias essas classificações, no momento de agora é importante para que cada pessoa LGBTQIAP+ entenda que não está sozinha, e não há nada de errado em ser quem ela é.

Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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Não perca o lançamento oficial do IGUAL na Heavy House, em São Paulo, nos dias 20, 21 e 22 de outubro, a partir das 18h. O selo quer estimular festivais, festas, clubes, casas de shows, gravadoras, editoras e distribuidoras a terem pelo menos metade de suas equipes composta por mulheres, pessoas não-binárias ou trans, considerando a área artística e também a produção. 
Programação completa: 
 
 • Quarta-feira | 20/10 
Talk @clauassef e @moniquedardenne - 20h
Pocket Show Josyara - 21h
Eli Iwasa - 22h
 
 • Quinta-feira | 21/10
Érica Alves - 20h
Mari Boaventura - 21h30
Badsista + Malka Julieta - 23h
 
 • Sexta-feira | 22/10
Mayra Maldjian - 20h
DJ Cinara - 21h30 
DJ $ophia - 23h

Este elenco estrelado de mulheres comandará o palco. O evento será aberto ao público e seguirá todas as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo obrigatório o uso de máscara e apresentação de comprovante de vacinação para entrada. Não fique fora dessa!

ACOMPANHE EM @WOMENSMUSICEVENT

Data: 20, 21 e 22 de outubro
Local: Heavy House - Rua Benjamin Egas 297, Pinheiros
Horário: 18h à 01h
Valor da entrada: a partir de R$30*
*Entrada somente com nome na lista e apresentação de certificado de vacinação nos aplicativos ConecteSUS e Poupatempo.

O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

Gays

Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

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Por fim, acrescenta-se o símbolo de + (mais) para englobar todas os outros possíveis situações de gênero e sexualidade que possam surgir, para muitos essa multiplicidade de subgrupos pode parecer confuso, mas estamos vivendo exatamente um momento de descobertas e aberturas para novas possibilidades de nos compreender e se relacionar com o outro. Se numa utopia essas questões forem superadas, fazendo desnecessárias essas classificações, no momento de agora é importante para que cada pessoa LGBTQIAP+ entenda que não está sozinha, e não há nada de errado em ser quem ela é.

Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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Hoje dia 20/10(quarta) acontece o Happy Hour do @club.jerome a partir das 20h até as 02h - com o long set do DJ residente @pedropaulor 

Entrada: R$10,00 

. Reserve sua mesa por DM ou pelo whats: (11)96175-6328
. Capacidade limitada, a reserva garante o seu lugar 
. o Club Jerome respeita todos os protocolos exigidos.
. Obrigatório apresentação física ou virtual do passaporte da vacinação contra o Covid-19.

O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

Gays

Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

+

Por fim, acrescenta-se o símbolo de + (mais) para englobar todas os outros possíveis situações de gênero e sexualidade que possam surgir, para muitos essa multiplicidade de subgrupos pode parecer confuso, mas estamos vivendo exatamente um momento de descobertas e aberturas para novas possibilidades de nos compreender e se relacionar com o outro. Se numa utopia essas questões forem superadas, fazendo desnecessárias essas classificações, no momento de agora é importante para que cada pessoa LGBTQIAP+ entenda que não está sozinha, e não há nada de errado em ser quem ela é.

Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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5/8
Parabéns ao nosso amado e mais do que talentoso repórter @fredrigoni  pelo seu aniversário.
Hoje é dia de comemorar e ser muito feliz! 
A festa é sua, porém quem ganha são os nossos leitores!

#colorsdj #colorsdjmagazine #AMúsicaÈColorida #aniversario ##comemoraçāo #dj ##gratidāo

O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

Gays

Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

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Por fim, acrescenta-se o símbolo de + (mais) para englobar todas os outros possíveis situações de gênero e sexualidade que possam surgir, para muitos essa multiplicidade de subgrupos pode parecer confuso, mas estamos vivendo exatamente um momento de descobertas e aberturas para novas possibilidades de nos compreender e se relacionar com o outro. Se numa utopia essas questões forem superadas, fazendo desnecessárias essas classificações, no momento de agora é importante para que cada pessoa LGBTQIAP+ entenda que não está sozinha, e não há nada de errado em ser quem ela é.

Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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Projeto ousado e ambicioso, “Bacana Music Live” foi buscar na força da lua e na beleza natural de uma das praias urbana mais lindas do planeta a síntese perfeita para criar a atmosfera de um cenário paradisíaco do qual o artista já faz parte naturalmente desde seus primeiros anos de vida em Maceió.

“Bacana Music Live” marcará a comemoração dos 25 anos de carreiras do projeto musical Bacana Music

Veja na íntegra em nosso site:
https://colorsdj.com/live-bacana-music-live-marcara-a-comemoracao-dos-25-anos-de-carreiras-do-projeto-musical-bacana-music/

➡ seção I.D ➡ categoria Lives

Foto: @flaviocansancao

#colorsdj #colorsdjmagazine #AMúsicaÉColorida #live #bacanamusic #25anos #dj #projeto
Projeto ousado e ambicioso, “Bacana Music Live” foi buscar na força da lua e na beleza natural de uma das praias urbana mais lindas do planeta a síntese perfeita para criar a atmosfera de um cenário paradisíaco do qual o artista já faz parte naturalmente desde seus primeiros anos de vida em Maceió.

“Bacana Music Live” marcará a comemoração dos 25 anos de carreiras do projeto musical Bacana Music

Veja na íntegra em nosso site:
https://colorsdj.com/live-bacana-music-live-marcara-a-comemoracao-dos-25-anos-de-carreiras-do-projeto-musical-bacana-music/

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Foto: @flaviocansancao

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Projeto ousado e ambicioso, “Bacana Music Live” foi buscar na força da lua e na beleza natural de uma das praias urbana mais lindas do planeta a síntese perfeita para criar a atmosfera de um cenário paradisíaco do qual o artista já faz parte naturalmente desde seus primeiros anos de vida em Maceió.

“Bacana Music Live” marcará a comemoração dos 25 anos de carreiras do projeto musical Bacana Music

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Projeto ousado e ambicioso, “Bacana Music Live” foi buscar na força da lua e na beleza natural de uma das praias urbana mais lindas do planeta a síntese perfeita para criar a atmosfera de um cenário paradisíaco do qual o artista já faz parte naturalmente desde seus primeiros anos de vida em Maceió.

“Bacana Music Live” marcará a comemoração dos 25 anos de carreiras do projeto musical Bacana Music

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O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

Gays

Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

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Por fim, acrescenta-se o símbolo de + (mais) para englobar todas os outros possíveis situações de gênero e sexualidade que possam surgir, para muitos essa multiplicidade de subgrupos pode parecer confuso, mas estamos vivendo exatamente um momento de descobertas e aberturas para novas possibilidades de nos compreender e se relacionar com o outro. Se numa utopia essas questões forem superadas, fazendo desnecessárias essas classificações, no momento de agora é importante para que cada pessoa LGBTQIAP+ entenda que não está sozinha, e não há nada de errado em ser quem ela é.

Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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⚜️ *HL SUNSET NOVO HOTEL* ⚜️

O *Rooftop* mais badalado do *Rio de Janeiro* se prepara para chegar em *São Paulo* com grande estilo. A *HLSunset* preparou uma festa maravilhosa com a melhor vista de São Paulo, no belíssimo *Rooftop do Novo Hotel Morumbi*. Venha passar uma tarde agradável com os amigos ao som dos melhores Djs.

🥁🎼 *Atrações Principais*

🎧  Bruno Pacheco
🎧 Diego Ramal 
🎧 Derek Flores
🎧 Gustavo Bresciani
🎧 Super Atração Surpresa 💥

🥂🍾 *Drinks & Foods*
Além de drinks badalados a gastronômica traz o menu assinado pelo *Chef Geremias*.

🏊 Open Pool
🍹 Menu Drinks
🍝 Menu Foods
🎼 Sonora e Iluminação
🚘 Estacionamento

*DATA E HORÁRIO*

🗓️ *17/10* 
🕒 *15h às 23h* 

💰/💳 *VALORES*

(Aceitamos todos os cartões de crédito e débito).

https://www.sympla.com.br/hl-sunset-sao-paulo__1376744

*ENVIAR OS COMPROVANTES E NOME COMPLETO PARA*
+55 (21)9.8269-2096

___________________________________

☀️ *Em caso de chuva no momento do evento, temos 2 áreas cobertas, com toda estrutura necessária para o conforto de nossos clientes* ☀️

*Entre em contato para mais informações.*
SAC 📌: (21)9.8269-2096

*VENHA PARA O MELHOR TRIBAL SUNSET DE SÃO PAULO* 💥🥁🥂

O reconhecimento político e social de diversas identidades de gênero garante o respeito à dignidade humana, à intimidade, à liberdade e à cidadania. É impossível existir dignidade humana quando uma parcela da população está sujeita a preconceitos, por não ter suas identidades e expressões respeitadas, e, como consequência, é marginalizada. O não reconhecimento dessas pessoas dificulta o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e trabalho, e dá margem a violências constantes.

Mas quem são todas essas pessoas representadas pelas siglas LGBTQIAP+? Bom, antes que o movimento LGBTQIAP+ ganhasse a força que ele tem hoje, a sociedade utilizava diversas palavras ofensivas para se referir a qualquer pessoa que transgredisse às normas cisgênero e hetero, exemplos como “invertidos”, “subversivos”, “bichas”, “sapatão”, “traveco” entre outras – dentre as quais, algumas se tornaram palavras de orgulho, subvertendo seu significado inicial, como é o caso de “Bicha”, ou no inglês: “Fag” ou “Queer”, que significava estranho e passou a representar todas as pessoas “estranhas” à lógica binária de gênero; enquanto outras, são consideradas extremamente ofensivas e deveriam ser excluídas do nosso vocabulário, como, por exemplo, “Traveco”, entre outras maneiras violentas e preconceituosas de se referir às pessoas Trans e Travestis.

Lésbicas

A primeira sigla se refere às mulheres homossexuais, o termo remete à Grécia antiga. A Ilha de Lesbos era conhecida por sua predominância das mulheres, a mais famosa entre elas, a poetisa Safo que retratava o amor entre mulheres. Em 2008, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) alterou a sigla para LGBT, a fim de promover maior visibilidade às lésbicas no movimento e também de padronizar o nome do protesto com os de outros países, adotando o nome Parada do Orgulho LGBT.

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Embora o termo possa ser usado para se referir a todos os homossexuais independente do gênero, convencionou-se com o tempo para se referirem aos homossexuais masculinos.

Bissexuais

Enquanto que heterossexual sente atração pelo gênero oposto e homossexual sente atração pelo mesmo gênero, bissexuais são pessoas que se sentem atraídas por ambos os sexos, podendo estar numa relação hetero, homo ou poliamorista. Importante ressaltar que só é possível considerar bissexual dentro de uma lógica binária, em que a pessoa se identifica como um gênero e sente atração pelo gênero feminino ou masculino.

Trans e Travestis

            A Sigla T abrange todas as pessoas  que não se encontram em conformidade com a norma do sexo biológico XX e XY com as expressões de gênero masculino e feminino, podendo se identificar com um gênero diferente do sexo biológico, ambos ao mesmo tempo ou nenhum. Esse grupo enfrenta duros preconceitos da sociedade em geral no mundo todo. As Travestis compõem um gênero bastante específico no Brasil, uma vez que podem estar além do que é ser uma mulher ou um homem, mas sim um terceiro sexo. Devido à diversas violências, ameaças, abandono familiar e ausência de oportunidades no mercado de trabalho, muitas são empurradas à marginalidade e recebendo um estigma negativo da sociedade, nossa maior luta hoje dentro do movimento é buscar novas realidades a essas pessoas.

Queer

            Como mencionamos antes, assim como o termo “Travesti”, a palavra Queer surge de uma subversão do movimento LGBTQIAP+ diante de uma palavra antes ofensiva, que agora toma pra si um significado de orgulho e resistência. Em tradução literal, “estranho” ou o equivalente no português do Brasil “Bixa”, o termo Queer é usado para definir todas as expressões de gênero que fogem da cisnormatividade

Intersexo

A Sigla I se refere às pessoas intersexo que apresentam uma configuração ideológica além do XX e XY, que embora nos pareça incomum, não é rara, visto que não existe apenas esses dois tipos na natureza e não seria diferente nos seres humanos. O que acontece é que muitas vezes um dos sexos é escolhido e as outras características são amputadas ou escondidas numa tentativa de enquadrar numa catalogação binária. Os Jogos Olímpicos há muito tempo encontram dificuldades em definir exatamente quem deve competir nos jogos masculinos ou femininos, devido à enorme diversidade de características que nossos corpos podem apresentar, principalmente nas pessoas Intersexo.

Assexuais

            Os Assexuais são pessoas que não se sentem pressionadas a estabelecer uma relação sexual com outra pessoa, mas não é necessariamente uma regra. Cada pessoa é única e estabelece o nível de intimidade para outras pessoas sobre seu corpo, podendo se relacionar afetuosamente ou não, com sexo ou não.

Panssexuais

            Assim como os bissexuais, os panssexuais podem sentir atração por não apenas ambos masculino e femino mas todos os outros, uma vez que nem o panssexual se considera numa lógica binária, como também não apresenta uma preferência de gênero definida como no caso dos bissexuais.

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Ainda que diversos avanços fossem registrados desde que a OMS decidiu excluir a homossexualidade da classificação como doença, o ativismo pelos direitos LGBTQIAP+ deve se manter constante. Uma recente tentativa de retirada de direitos está materializada no PL 504, proposto em 2020 pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que visa proibir propagandas que abordem temas relacionados a gênero e sexualidade, classificando-os como “práticas danosas” e “influência inadequada para crianças”. Essa proposta tem influenciado iniciativas semelhantes em assembleias legislativas de outros estados, como as do Espírito Santo, Ceará e Pernambuco. 

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